quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Policiais levam preso para almoçar em shopping de SP


O traficante boliviano condenado Añes Vacca almoçou ontem num restaurante de um shopping center de Presidente Prudente, no interior paulista. Sem algemas e com uniforme de presidiário, ele estava escoltado por dois agentes da Delegacia da Polícia Federal de Marília, conforme o flagrante feito pela TV Fronteira (afiliada da Globo). Considerado de alta periculosidade, Vacca deixou a cela do presídio de Itaí para uma audiência no fórum de Presidente Prudente e, depois, foi almoçar no shopping na companhia dos federais, que não foram identificados.O presidiário ocupou uma mesa no centro da praça de alimentação e sua presença preocupou os clientes, pois ele estava sem algemas. Ele permaneceu mais de uma hora no shopping. Enquanto aguardava a comida, o traficante conversou tranqüilamente com os policiais e pediu para ir ao banheiro, sendo escoltado por apenas um agente. Depois do almoço, Vacca passeou pelo shopping e, em seguida, o traficante e os dois policiais foram embora numa perua da PF.Pois é...acho ki a galera dos " direitos humanos " deve ter vibrado com a notícia! Eles devem estar preparando um abaixo assinado , á fim de que todos os presos do país possam almoçar nos shopping centers mais próximos da cadeia ! Os shoppings ki aderirem a idéia , terão desconto no IPTU, e as lojas ki oferecerem a refeição, tb terão desconto no ICMS! Depois o preso poderá tb pegar um cineminha, para participar da inclusão cultural. Depois, passeará pelo shopping, vendo as lojas, azarando as meninas, etc: é a inclusão social! Não vamos nos eskecer da inclusão digital: cada preso terá sua página do Orkut ( isso já aconteceu de fato aki no RJ!).Sabe de uma coisa? Vô parar por aki...esses caras dos "direitos humanos" gostam tanto de uma "mamãezada" ki são capazes de levar isso a sério, de gostar realmente da idéia!Lá em SP, liberaram um maluco pro semi-aberto, e ele matou 2 garotos. Falem o ki falar dos EUA, mas lá botam correntes nos tornozelos, chips de monitoramento no semi-aberto, e por aí vai. È isso aí.