sexta-feira, 27 de março de 2009

Adolescentes estão agredindo professores na sala de aula


Cada dia, cresce o número de professores agredidos em sala de aula.

Um juiz de Araçatuba condenou uma aluna de 14 anos da oitava série a prestar serviços a comunidade, após agredir a professora;

Outra professora está chocada, pois foi parar no hospital, com a cara arrebentada;

Em Portugal, um diretor foi espancado por um aluno;

Enfim, o que está acontecendo?

Bem, nos States, tem até detector de metais quando entra na escola...

Mas lá o hobby é brincar de Matrix, e fuzilar a turma toda.

Nesse caso, o distúrbio é acionado por algo que um desequilibrado vê num filme, ou quer imitar o que joga no game, geralmente de matança.

Mas do jeito que aqui está, daqui a pouco vão contratar mais inspetores, só que especialista em defesa pessoal.

Se um professor reage e manda um desses moleques pro hospital, aí vem a turma dos direitos humanos fazer aquele show que a gente se acostumou a ver:

"Coitadinhos dos bandidos, que roubam, matam e estupram...tiveram uma infância difícil, blá blá blá."

Se um professor toca num moleque desses, é o caos, mas quando é o contrário, quase sempre fica por isso mesmo:

Ainda bem q ue o caso de Araçatuba, de dois anos atrás, foi uma boa exceção.

Quase mais ninguém quer ser professor, que aqui não é valorizado:

Na Coréia do Sul, uma professora primária ganha o equivalente a 4 mil reais.

Eles descobriram que a base é fundamental.

Aqui, pagam mal, e vários adolescentes xingam, ameaçam, até acontecer a agressão.

Pais largam a educação pra escola.

Pais largam a educação pra igreja.

A educação começa em casa.

Se deixar para outros, já era.

Antigamente, nos anos 50, o moleque tirava onda na escola com um isqueiro.

Ele fumava pra dizer que era homem.

Hoje, o moleque tira onda na escola com uma pistola.

E ele atira pra dizer que é homem.

Se não houver comprometimento dos pais em casa, já era.

Escola, igreja, são complementos educacionais.

Quando todos se unem, aí sim, a escola vai ajudar a formar o cidadão.

E tenho a impressão que aqui só não tem moleque imitando Matrix, como nos States e recentemente na Alemanha, por um motivo:

Lá, em geral, a violência é controlada, acontecendo casos isolados.

Aqui, é generalizada, podendo acontecer em qualquer lugar, seja em bairro pobre, seja em bairro nobre.

E quando o moleque faz merda, os traficantes vão cobrar, pois prejudicam o movimento do lugar...

Basta ver os moleques que jogaram o casal de namorados, aqui no Rio, no precipício, que se salvou por milagre:

Os própios traficantes do Vidigal entregaram o bando pra polícia, após dar uma surra neles...

Por isso que aqui não tem moleque imitando Matrix, invadindo escola e matando geral.

Lee, que pelo que tá vendo, daqui a pouco os professores vão ter que usar a armadura do Homem de Ferro....

Na Sessão Revival, pra relaxar, The Police legendado, numa das músicas mais bonitas do mundo pop- Vá em vídeos.

http://www.youtube.com/watch?v=xVWiw1vWVr8