sábado, 25 de abril de 2009

Generalidades


Olha o visual da Susan (acima), como mudou...!
Pra você ver como é esse negócio de internet...quando isso poderia acontecer antes?

Susan Boyle agora pintou os cabelos de castanho, comprou um óculos pra sua miopia, e tá se vestindo direitinho, sem aquele jeito jeca de antes...veja no post mais abaixo a história dela, e o vídeo ( O julgar pela aparência).

Se não fosse a internet, a vida de Susan seria a mesma, mas depois de sua apresentação no British talent, o vídeo dela cantando teve mais de 100 milhões de acessos!

Toda a vez que eu revia ela cantando meus olhos se enchiam de lágrimas...

Dizem que o que estimulou os acessos, foi uma conversa virtual entre Nicole Kidman e Ashton Kutcher ( se cuida, Demi Moore), falando dela.

Agora, parece que o jurado Simon, que também é produtor, já estaria negociando um filme sobre a vida dela, além de futuramente produzir o primeiro álbum (CD) de Susan.

Susan cuidou da mãe, até a morte desta, em 2007, aos 91 anos de idade: por isso não podia trabalhar...a mãe dela era a maior incentivadora da filha cantora, incentivando ela a participar do British Talent, em vez de só cantar na igreja católica da qual é membra.

Susan não se sentia preparada, e só foi cantar após a morte da mãe.

Dizem que a própia Demi Moore (de Ghost, As Panteras 2) se ofereceu pro papel de Susan.

A próxima apresentação dela no programa está prevista para o próximo mês, dia 23 de maio.

Saio para almoçar fora, e reencontro o Saliba, meu antigo professor de português.

Saliba é um caso raro: me deu aula no primeiro grau, no segundo, e na faculdade!

Curiosamente, sempre será bem lembrado, pois foi meu professor nas melhores turmas da minha vida:

A sétima série, e o primeiro ano do antigo científico, hoje chamado ensino médio.

Na sétima série, éramos o terror dos professores: nego arrotava, tacava bolinha de papel, sacaneava o inspetor Dino, desarrumava as carteiras na hora do recreio (nego que sentava á frente passaria a sentar lá atrás), zoava as garotas,etc.

Éramos um verdadeiro bando, uma formação de quadrilha, com mais do que quatro:

Eu, Cabeção, Barney, Cláudius Mongus, o marciano (a patente é minha), Maurício “mumu”(também patente minha), Miúdinho (um gordão de 120 kilos), e Silvio Gay;

Fabião cara-de mongol (patente minha, ele tinha 1,90, com cara de mongo) e Ricardo coração de mongol (patente minha, fazer o quê? Era tudo mongo!).

Eu num zuava as garotas (sempre fui cavalheiro com elas) mas os caras pegavam pesado com uma, que a época, dava início ao que estamos acostumados a ver agora:

Teve filho adolescente, e tentava continuar estudando...hoje é até comum, naquela época, nem tanto.

Ela acabava desabafando em sala, especialmente com a professora de ciências, a Walkíria, que parece, também era mãe solteira, ou divorciada, sei lá...

Mas isso era em plena aula...aí, os caras não perdoavam, e mandavam, lá de trás:

Também...quem mandou (transar)”? Eu nunca fiz isso, e uma vez me senti super mal quando vi ela chorando.

Mas na aula do Saliba ninguém tirava onda..até o apelido dele, entre nós (saliva) ninguém ousava falar perto dele: Saliba era um homenzarrão, por volta de seus 45 anos, e dava cada esporro típico de sargento no soldado:

Nego tinha mó cagaço dele...ele expulsava de sala, e tudo, depois de quase só faltar bater!

Saliba, agora recém aposentado, me mostra a marca da cicatriz no peito: teve um infarto.

Quando disse que também tive um problema no coração, ele pergunta se abri o peito.

No meu caso, não foi preciso, foi catéter, mas via virilha...abri o peito só pra vida:

Botei muita coisa pra fora, me livrei de vários estresses depois daquilo.

Sobre o Saliba, depois falo da passagem do segundo grau, e da faculdade:

A parte 2 e 3 do filme...tudo tem uma sequência...e em cada uma, tem uma história, tanto pra mim, quanto pro meu velho mestre...fica pras próximas “generalidades”.

Lee, generalizando sobre o cotidiano, repleto de histórias.

Surge mais uma foto, dessa vez na atualização dos meus amigos, do casório onde Lee Ésper analisou o vestido das meninas...dessa vez foi o da Cristina.

Cristina Mendes

Cris sabe que toda mulher alta enfrenta um dilema em festas: não pode errar a mão.

Sim, pois numa baixinha, essas podem até se esconder na multidão, que passam despercebidas, se tiverem dado mancada na roupa - mas quem é alta, o único escape é se mandar da festa!

Cris acerta em cheio no cinza prateado que escolhe: a cor da humildade, mas em tom prateado, não ofusca a noiva, além de dar um brilho própio a ela, que tava uma graça.

Maquiagem ok, e até o chapeuzinho ficou legal.

Lee Ésper, sem a boiolice do original, esperando que vocês tenham a coragem de abrir as fotos no próximo álbum de casamento, ou algo similar.

Na Sessão Revival, One day in your life ( um dia em sua vida) traduzida, com Michael Jackson, veja em vídeos.


http://www.youtube.com/watch?v=cY_jRUaOUaU