domingo, 14 de junho de 2009

Resistindo a Ofensiva nazista



Sonho: Resistindo a Ofensiva nazista

Objetivo: Mostrar como o inimigo está em ação, "conquistando" algumas igrejas, tal como ia conquistando (invadindo) os países na epoca da segunda guerra.


Término do sonho - Primeira parte: 5.50h da manhã;

Segunda parte: 7.50h da manhã de hoje, 14 de junho.



Fui deitar 3.20h, após o seriado do SBT, mas antes orei e meditei durante meia hora.


Ás vezes, passo meio mês sem sonhar,mas quando vem, pode vir um atrás do outro, como agora.


Na primeira parte do sonho, eu estava na minha grei de origem...


Mas sempre quando ela aparece para mim em sonhos, não é o templo atual, mas sim o templo antigo, bem pequeno e modesto...vamos ao sonho:


Eu me via em combate com um grupo muito pequeno, que era a resistência aos nazistas que tinham invadido a igreja, e a estavam dominando.


Do alto do antigo salão da juventude, ajudava um pequeno grupo, atirando com metralhadoras contra os nazistas, e depois corria para o antigo corredor, na parte de baixo, para ajudar outros membros da resistência.


Neste corredor, que tinha algumas salas, entrava numa delas e via uma MG 42, uma metralhadora poderosa, de apoio no chão, do tempo da segunda guerra (eu jogo Call of Duty 2, que vc vê na foto acima -conheço todas as armas da segunda guerra).

Não entendi por que não estavam usando aquela arma tão devastadora, que poderia ajudar contra a ofensiva...um pano velho tentava cobrí-la.

Eu corria de um lado a outro, ajudando na resistência, ao mesmo tempo que pensava:


"O que estou fazendo aqui? NÃO SOU MAIS DESSE REGIMENTO."


A igreja estava toda cercada, dominada, e praticamente só havia chance de sobrevivência pra quem tentasse fugir, pela floresta ao lado...


Acordei, e olhei no relógio do celular (cubinho relógio pifou): 5.50h...fui no banheiro.


Voltei pra dormir, me sentindo mal por ter sonhado com um local ao qual não faço mais parte...num queria ter esse sonho.


Mas assim que adormeci novamente, o sonho continuou, numa espécie de "parte 2".


Dessa vez, eu estava numa festa promovida pelos oficiais nazistas.


Tive a nítida sensação que estava ali "infiltrado"...antes de entrar no salão de festas, um soldado alemão que fazia a guarda, me cumprimentou: Guten abend (boa noite).


Depois, me via no salão de festas, grande, e estava rodeado por oficiais da inteligência nazista, cada um de patente mais alta do que o outro.


Eu estava no meio deles, eles não conheciam minha "identidade secreta"- essa era minha sensação.


Todos com copos de bebida na mão, e já sob o efeito do álcool, riam, e começavam a contar segredos.


Eu também tava com uma taça na mão, mas fingia que bebia (eu num bebo, por opção) e fingia rir do monte de baboseira que eles falavam.


Foi quando eles começaram a contar onde seria a próxima ofensiva...e eu ouvi tudo.


A seguir, fui me "sentar na mesa", e quando ali sentei, estavam a Rebeca Nascimento, e a Cristina, além de outras meninas que eu não via o rosto/ ou não reconhecia.


Claro, eu ia me sentar numa mesa onde tivesse mulher, né? Acha que eu ia sentar com os nazistas?? Rss!


Vendo a Rebeca, logo procurei pra ver se a Toddynho tava na mesa...mas num tava.


Sabe como é, nessas festas, é proibido a "entrada de menores"...e acho que a nazistada deve ter impedido a entrada dela, pensando que ela era "di menor"...

Afinal, Toddynho não convence ninguém que é "di maior" (kkk) ...deve ter sido barrada!

Bem, voltando a falar sério...

A Rebeca estava mais a minha frente, conversando, e a Cristina, a minha esquerda...


Cristina tava com um vestido branco, e um batom vermelho chamava a atenção.


Então, falei com ela :

Cristina, a próxima ofensiva dos nazistas, vai ser na sua igreja:

Eu escutei a conversa deles.


Assim que acabei de falar a frase, acordei- e o celular do relógio marcava 7.50h da manhã.

Imediatamente, anotei tudo no caderno(quanto mais rápido, mais fresco na memória) e foi fluindo a interpretação, uma parte de cada vez.

Interpretation - primeira parte:

Os nazistas, representavam os demônios, que dominaram quase que totalmente a primeira grei, minha igreja de origem.

As armas que eles usavam, eram armas para matar mesmo, e as metralhadoras que usávamos, eram nossa "espada", ou seja, a palavra de Deus.

A pouca resistência, deve-se ao baixo número de pessoas...eu subia e descia, corria de um lado pra outro, mandando bala...mas o domínio parecia ser inevitável.

Quando deixei minha grei de origem, 3 anos atrás,ela tinha 310 membros, 200 de frequência.

Construíram um novo templo para mais de 800 pessoas, novinho.

Hoje, se tem 50 pessoas frequentando, tem muito:

É um rebanho sem pastor, ainda que tenha um "pastor", humanamente falando.

Muitos debandaram,e muitos ainda, se perderam...no dia em que completou aniversário de 108 anos, sexta passada, a grei tava mais vazia que enterro de mendigo.

A MG 42, a metralhadora mais poderosa, que poderia ajudar e muito contra a ofensiva nazista, estava parada, numa sala,pois ninguém,na verdade, sabia usá-la:

Somente alguém com muito conhecimento poderia manuseá-la-mas não havia ninguém.

Não havia líder na resistência, não havia comando- eles não tinham estratégia nenhuma.

Eu disse que não gosto de me ver ali...meu tempo ali já se foi...não entendo por que Ele ainda me mostra coisas sobre ela - eles "tem um pastor", fizeram sua escolha.

Jamais ajudaria com o "comandante atual do quartel", que alías, nunca vi em nenhum sonho dali, pois espiritualmente, é como se estivesse sem ninguém.

Parte 2 :

Esse tem a ver com minha última grei ( meu regimento atual é em Ita), pois via as pessoas dali...

Simples: a próxima ofensiva é ali...

Na verdade, ano passado mandei um mail ao "comandante" de lá, dizendo um sonho bem claro e detalhado que tive, em que, ao invés de nazistas, eu via demônios entrando pela garagem da grei.

Entravam nas salas, e circulavam por todos locais...Vestiam-se de terninhos a lá CQC, e quando um deles entrava no gabinete para uma entrevista com o pastor, eu desconfiei e fui atrás.

Assim que me viu, ele correu pra cima do pastor, e antes que puxasse qualquer coisa, eu disse:

Pare em nome de Jesus! E o bicho se estribuchou no chão...o pastor assistia a tudo, calado.

Ele respondeu ao mail "agradecendo por ter contado o sonho".

Saí de lá, pois não tive oportunidades em minhas áreas.

Hoje, estou "lotado" em Ita, atuando no louvor, e me sentindo mais á vontade, enquanto aguardo o que Ele tem pra mim.

Por isso, não entendo esses sonhos com "igrejas passadas", pois é o que são pra mim:

Tô em outro regimento.

Lee, soldado a serviço do Rei, ainda que não entenda por que Ele me dá esses sonhos.