quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Ainda Há Tempo


Ainda há tempo para se fazer coisas que ainda não foram feitas;



Ainda há tempo para concluir coisas interrompidas;



Ainda há tempo para encerrar coisas que já deviam ter sido encerradas:



Início de ano é bom pra esse tipo de coisa...já se encerraram as festas.



Cada mês que passa, por exemplo, recebo a notícia de mulheres que são deixadas de lado/ mal tratadas/ espancadas, pelos maridos:


Isso tem virado cotidiano na vida de muitas delas...toda vez recebo a mesma notícia, só muda o nome e endereço, mas as histórias são sempre iguais...



E ao contrário das novelas das tardes da Globo, não vale a pena ver de novo...nem ouvir:


São todas praticamente iguais.


Mas os sinais vêm desde um suposto noivado, em que geralmente as mulheres ignoram, achando que quando se casarem, tudo irá mudar”.


O resultado é que, muitas vezes, vivem uma vida inteira casadas, mas sem terem sido casadas, de fato.


Em geral, foram ensinadas por suas mães a se fazerem de bestas, assim como estas são ou foram;


E tome altas doses de tristeza, solidão, frustração, depressão, e doenças.



Mas o papel de casado tá lá, para quem quiser ver...



Em mulher de igreja então, tudo é tremendamente mais difícil:


Quem noiva, por exemplo, já está praticamente “condenada a um casamento”:



Mesmo se esta reparar os sinais de que aquele cara não tem absolutamente nada a ver com ela.



Se for mulher de Pastor então, “adeus vida”, se esta se uniu a um “mané”:



Conheço uma que já tentou o suicídio duas vezes, tudo sempre “abafado”;


Outra, entra e sai do hospital quase todo mês (sempre de madrugada), com crises de depressão;


Outra, procura se isolar do marido, estando quase sempre “visitando a mãe doente” em outra cidade – quase nunca é vista na grei.



Além de vários outros que vivem em quartos separados, há muitos anos.



Outras, sofreram um divórcio doloroso, quando reuniram coragem para sair fora:


Todas ficaram com os filhos e com despesas de casa, sozinhas, sem ajuda alguma.



Em comum, todas estavam intranquilas, pois sentiam em seus corações que seus noivados não iam bem;



Viam sinais crassos de grosserias, maltratamentos, indiferença, ignorância;



Viam o desinteresse dos respectivos pelos seus gostos, desejos, sonhos, projetos, e ainda assim, embarcaram na furada;


Viam gente interessante aparecer, mas “como já estavam noivas”, não deram a oportunidade de acontecer com quem a história poderia ser diferente.



E só conversar com algumas delas, a história bate com alguma frase aí em cima.



Portanto se você se encontra numa situação parecida, saiba:



Ainda há tempo...antes que seu coração se machuque - talvez pra sempre, como em alguns casos que conheço, e que optaram pela “condenação perpétua”.

Ainda há tempo...



Início de ano é bom para isso.



Lee




Na Sessão Revival, Glória Estefan tomou coragem...e você?

http://www.youtube.com/watch?v=Ho_Hlj-iXf0