domingo, 30 de junho de 2013

Mulher Assassinada com Marteladas sentiu que ia Morrer


Nessa semana aqui no Rio, uma mulher foi assassinada pelo marido a marteladas.

A jovem de 24 anos estava casada há cerca de um Mês.

De acordo com o jornal Extra, a bancária Talita Juliane Peixoto Paiva, morta na terça-feira (25) pelo seu marido, Mario Henrique Rodrigues Lopes, 28 anos, chegou a pedir orações para uma amiga através de uma rede social dizendo que Mario estava sob um “trabalho de feitiçaria”.

“Venho te pedir oração para o meu casamento. Estou vivendo uma batalha espiritual violenta”, escreveu Talita que estava casada há menos de um mês.

“Não posso entrar em detalhes agora, mas meu marido está tendo um surto psicótico, tipo esquizofrenia. Ele está possuído há uma semana”.

Não vou nem entrar no detalhe da discussão Possessão X Surto Psicótico.

Basta dizer que 90% daquilo que acham que é possessão- E ela existe, conforme os evangelhos relatam - Não passam de surto psicótico.

A questão, aqui é o bom senso.

Será que esse rapaz não havia manifestado antes um comportamento estranho?

Claro que sim!

E por quê essa desgraça não foi evitada antes?

Mulheres tem a tendência de ter "peninha" de homens problemáticos.

Cansei de ouvir namoradas que se arrastam em seus relacionamentos com namorados viciados em droga, por exemplo, na esperança de eles largarem o vício.

Se ele não se ama, não vai amar ninguém pois a lei do amor diz " ama ao teu próximo como a si mesmo".

Ontem mesmo houve um enterro de um rapaz que namorava uma frequentadora de minha academia - Overdose.

E o problema para as "filhas da igreja", como a que foi assassinada, é que estas encaram como missão de sofrimento, "batalha espiritual", e se envolvem em situações em que elas nem eram pra ter entrado, muitas vezes com conselhos pastorais para não abandonarem um casamento, mesmo sob risco de vida.

Conheço uma mulher que era espancada pelo marido, e quando foi procurar o Pastor, esse disse para que ela o perdoasse.

Ela quase morreu esfaqueada.

Pois para a igreja, é melhor morrer sob marteladas, ou esfaqueada, do que se divorciar.

E tudo fica na conta do capeta, quando na verdade, era surto psicótico:

O assassino foi mandado para um manicômio judiciário, onde desfrutará de vida mansa,e ali permanecerá por poucos anos.

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